18/05/2009

Curso de ARRANJOS FLORAIS


A Design em Flor terá cursos com Mario Antonelli de arranjos florais e mesa decorada oriental, em Maio e Junho.

Num país tropical como o Brasil há flores de diferentes tipos em todas as épocas do ano e elas dão beleza e graça na decoração de ambientes diversos.
“As flores estão sempre na moda. Sempre há uma história por trás de um arranjo, elas representam sentimento, emoção, não são simplesmente flores. Sempre tem uma história com uma carga em moda. Enquanto o ser humano tiver sentimentos, terá flores.”, afirma Luciana Jubram, da Design em Flor.

Para ajudar na decoração floral a Design em Flor tem uma agenda de cursos para o ano todo. Em maio, haverá um ‘curso intensivo de arranjo floral’ no dia 15, das 09h00 às 16h00. Quem gosta de variar na decoração e criar jantares ou almoços temáticos pode participar da aula de ‘Mesa Decorada Tema Oriental’ no dia 26, das 14h00 às 16h00. Nos cursos os alunos verão na prática como incrementar uma mesa sobre o tema. O aprendizado será muito útil para embelezar jantares japoneses, asiáticos, ou festas alusivas ao tema.

Em Junho haverá no dia 15, segunda-feira, um ‘seminário de buquês’ com o italiano especialista em flores Mario Antonelli (proprietário da ‘Mario Antonelli Escuela de Arte y Diseño Floral’) das 10h00 às 17h00. Nos dias 16,17,18,e 19 das 9h00 às 18h00, terá um curso prático e teórico também com Mario Antonelli aonde os alunos aprenderão ‘como executar arranjos’, estudarão as cores, entre outras coisas necessárias para ter uma boa base sobre arranjos e buquês.

As aulas acontecem na sede da Design em Flor, na Alameda Campinas, 1630, em São Paulo. O telefone para informações é 11. 3051 3838 e o site da empresa http://www.designemflor.com.br/

11/05/2009

Típico: Os segredos da cozinha Kosher

Curiosa, tradicional e desconhecida pela maioria das pessoas, essa forma de preparar alimentos é baseada na religião judaica, mas não necessariamente voltado só aos judeus: todos que buscam uma alimentação saudável podem encontrar nela uma boa opção

Para os praticantes do judaísmo, esta é uma forma de se ligar a Deus, purificando o corpo para que a alma também o seja. Para quem busca uma alimentação saudável, é uma saborosa alternativa. A cozinha Kosher (pronuncia-se cachér) – modo de preparação de alimentos que segue os preceitos do tradicional judaísmo – está presente em restaurantes, não só os voltados à comunidade judaica, mas em outros que adotam suas orientações saudáveis, bem como também em cardápios de festas.
De acordo com o chef Izidoro Zakon, especialista em cozinha Kosher - ou Kasher, como também pode ser grafada-, a definição desta forma tão peculiar de cozinhar é poética e profunda: “Como nós temos que agradecer a Deus todos os dias, nossa alma tem que estar sempre limpa. Por isso consideramos a comida o alimento da nossa alma, para estarmos puros por fora e por dentro”.
É bem provável que muitas pessoas, mesmo não conhecendo o que é Kosher, já tenham provado pratos preparados sob suas orientações. “Hoje em dia a cozinha Kosher é muito procurada por pessoas que não são da religião judaica”, revela. Feijoada (sem porco, claro, carne de consumo proibido entre os judeus), moqueca de peixe (os que tenham escamas e nadadeiras, apenas), risoto de carne seca, quindim e sorvete de cupuaçu são pratos tipicamente brasileiros que podem ser feitos no esquema Kosher.
Para banquetes e festas, diz Zakon, há algumas receitas de destaque compatíveis com os preceitos Kosher: salmão defumado com salada vert e maionese de maracujá; creme de pupunha com damasco; vitela ao molho de vinho; risoto de castanha do Pará e aspargos glaciados.

O processo
Meticulosa, a cozinha Kosher, além de ter uma lista de alimentos proibidos (todos eles respaldados pela fé judaica), tem processos de preparo bastante rigorosos. Verduras, por exemplo, devem ser examinadas sob potentes luzes para o que chef se certifique de que nenhuma sujeira tenha ficado nelas, mesmo após intensa lavagem. Porco e crustáceos, por se alimentarem do que é considerado sujo, são vetados nessa cozinha, bem como peixes sem escamas “porque não tem proteção contra as impurezas do mar”, explica Zakon. A carne de animais ou de aves permitidos (como vaca, cabra, ovelha, galinha, peru) e leite (e derivados, como manteiga e queijos) não podem ser misturados, devido à orientação religiosa. “Na bíblia está escrito: ‘Não cozinharás a carne do filho no leite da mãe”, justifica Zakon. É preciso ter panelas, talheres, louças e até mesmo pias separadas para manusear cada um deles.
Depois de ser considerado um alimento apto, antes de ir para o consumo, uma última etapa deve ser cumprida: a certificação do rabino responsável. Se, após a aprovação dele, tudo estiver de acordo com as práticas Kosher, aí sim o alimento chega aos pratos. Caso contrário, é descartado.


Bebidas
Refrigerantes à base de uva (fruta valorizada por esta cozinha) e aquelas que são industrializadas em um processo obscuro de preparo não são adequadas ao consumo sob o olhar Kosher. Quanto às alcoólicas, todas as que tiverem base na uva devem ser submetidas aos métodos de purificação. No caso da fabricação própria, a uva (bem como as demais frutas consumidas na cozinha Kosher) deve passar por apurado processo de verificação de limpeza. Isso é válido para vinhos, proseccos, martines e vinagre balsâmico. Por isso, em caso de dar uma festa com a participação de judeus, evitar oferecer bebidas que você não tenha certeza da procedência dentro desses padrões.
(texto: Mari Carla Polizello)